Show de Natal beneficente em São Paulo
O evento participações de Restart, Klara Castanho, Jotta A e Michely Manuely) e o cachorro mais querido pelas crianças, o Txutxucão. Papai Noel encerrou o show trazendo mensagens de amor e esperança.
Para colorir e dar vida ao espetáculo, bonecos infláveis gigantes, marionetes com tamanho de gente, centenas de adereços formando imagens grandiosas e mais de 200 bailarinos, coreografados por Fly divertiram o público.
“Estamos trazendo ao Ibirapuera um show de porte internacional que pretende emocionar e celebrar o Natal em família”, comenta o diretor Gringo Cardia.
E como parte representativa das famílias, estarão presentes para assistir ao espetáculo dez mil pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos, das entidades: PROERD (Programa Educacional de Resistência às drogas e à violência), ICC (Instituto Criança Cidadã), AMEM (Associação de Amigos do Menor pelo Esporte Maior), jovens atletas do Complexo Esportivo Ibirapuera, crianças atendidas pela Assembléia de Deus (Ministério do Bom Retiro), idosos vencedores da competição de coreografia em SP do Clube Escola Ibirapuera Mané Garrincha, Fundo Social de Solidariedade e crianças atendidas pela comunidade Evangélica Canaã, Casa Hope, ADD, AACD, Abrigo Social Bom Jesus, GRAAC e Projeto Criança Esperança
Antes do início do show foi exibido um vídeo especial em comemoração ao Dia Internacional do Deficiente Físico, festejado no último dia 3. O evento teve como objetivo mobilizar a sociedade para uma cultura de paz, onde as crianças tenham o direito de crescer longe de todos os tipos de violência.
“A violência começa dentro de casa. Precisamos tratar nossas crianças com respeito e muito amor”, comenta Xuxa, porta voz da campanha ‘Não bata, eduque!’, contra os castigos físicos e humilhantes e madrinha da campanha ‘Carinho de Verdade’, contra a exploração sexual em crianças e adolescentes.
No Brasil, o direito da criança de viver livre da violência é garantido pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Há 22 anos, a Assembléia da ONU aprovou a Carta Magna, cujo artigo 19 trata da proibição de todas as formas de castigos corporais às crianças, inclusive na família, mas infelizmente o castigo físico ainda é considerado para muitos uma forma legítima de educar.
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